
A recente ofensiva russa, marcada pelo uso de armamento avançado como o míssil Oreshnik em proximidade ao território da NATO e pelo ataque deliberado a infraestruturas energéticas em pleno inverno, representa uma escalada significativa.
Esta estratégia agrava a crise humanitária na Ucrânia e aumenta o risco de um alastramento do conflito, suscitando fortes condenações por parte dos Estados Unidos e do Reino Unido.











