
Roberto Martínez reafirma a sua autoridade e visão estratégica, posicionando Cristiano Ronaldo como uma peça valiosa, mas não exclusiva, no xadrez da seleção.
O técnico valoriza a experiência e o estatuto do capitão, mas deixa claro que as decisões táticas e a escolha dos jogadores são baseadas no mérito e nas necessidades coletivas, dissipando a noção de que o seu trabalho é condicionado pela presença do avançado.


