A visita ocorre num momento político delicado para o governo trabalhista de Keir Starmer, que enfrenta várias crises internas.
A chegada de Trump a Londres foi recebida com manifestações, incluindo uma projeção visual no Castelo de Windsor de uma fotografia do presidente com Jeffrey Epstein, o falecido financeiro acusado de tráfico sexual.
Esta polémica ensombra a visita, dado que o escândalo também afetou figuras britânicas.
O autarca de Londres, Sadiq Khan, foi uma das vozes críticas à presença do presidente norte-americano.
A visita de três dias inclui encontros protocolares com o Rei Carlos III e uma reunião de trabalho com o primeiro-ministro Keir Starmer, onde se espera que sejam discutidas negociações comerciais pós-Brexit.
Apesar das aparentes diferenças ideológicas entre Trump e o governo trabalhista, a visita é vista por Londres como uma oportunidade para garantir vantagens comerciais.
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, também manifestou esperança em "unir esforços com Trump na mediação de conflitos", reconhecendo os EUA como um "ator central no cenário global".
A imprensa tem recordado gafes e quebras de protocolo de visitas de Estado anteriores, sublinhando a natureza sensível e mediática destas relações diplomáticas.














