Estes incidentes foram inicialmente negados por responsáveis da Câmara e da Carris, mas a empresa de transportes terá vindo agora confirmar a sua existência. Outro ponto central da controvérsia é uma carta enviada pela Comissão de Trabalhadores da Carris ao presidente da Câmara, em setembro de 2023, que alertava para uma “manutenção deficiente dos veículos” e solicitava uma reunião que nunca se concretizou. O vereador socialista Pedro Anastácio, ao apresentar o requerimento para a reunião, falou em “omissões e incongruências” que necessitam de ser clarificadas perante os vereadores e a cidade.

A oposição pretende que Carlos Moedas e a sua equipa expliquem por que razão estas informações não foram tornadas públicas e que medidas foram tomadas após os alertas dos trabalhadores, procurando apurar todas as responsabilidades na gestão deste património classificado.