Em resposta a estas incursões, caças britânicos Typhoon iniciaram missões de defesa aérea na Polónia.
O comentador Paulo Portas considerou que a NATO deve ter “uma reação mais incisiva”, argumentando que “Putin só conhece uma lei, que é a lei da força”.
A Estónia, após a incursão de três caças russos MiG-31 no seu espaço aéreo, solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, um passo inédito para o país. Estas ações são vistas como um teste de Putin à determinação e aos tempos de reação da Aliança Atlântica.
O comentador Nuno Rogeiro afirmou que “nos últimos quatro dias, todas as bases aéreas da NATO entraram em alerta, incluindo Portugal”.
A situação eleva a tensão na região, com o Presidente norte-americano, Donald Trump, a garantir que os EUA defenderiam a Polónia e os países bálticos em caso de escalada russa, numa aparente tentativa de tranquilizar os aliados.













