No decorrer da operação, um advogado da sociedade que assessorou a TAP no processo foi constituído arguido.
O caso, que já tinha sido considerado ilegal pela Inspeção-Geral de Finanças, teve profundas repercussões políticas em 2023, motivando uma comissão parlamentar de inquérito e levando a demissões no governo de António Costa, incluindo a do então ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, e, posteriormente, da própria Alexandra Reis, que ocupava o cargo de Secretária de Estado do Tesouro.
A TAP, em comunicado, garantiu estar a colaborar com as autoridades em todas as investigações.
O líder do Chega, André Ventura, já reagiu, pedindo a responsabilização política de António Costa e do PS por, segundo ele, terem condicionado as conclusões da comissão de inquérito.














