Nos últimos dias, foram detetados drones sobre instalações militares na Dinamarca, Suécia e Alemanha.
As autoridades dinamarquesas confirmaram a presença de drones junto à base aérea de Karup, descrevendo os atos como “guerra híbrida”. Na Suécia, os avistamentos ocorreram perto de uma base naval em Karlskrona.
Em resposta, a Alemanha anunciou que as suas Forças Armadas passarão a ter autorização para abater drones em caso de intrusão no seu território.
A NATO reagiu prontamente, aumentando a sua presença no Mar Báltico com o envio de uma fragata de defesa aérea e reforçando a vigilância na região.
O principal responsável militar da Aliança, Giuseppe Cavo Dragone, afirmou que os incidentes são “mais do que simples provocações” e comparou as intrusões russas às violações do espaço aéreo báltico pela União Soviética em 1939.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou que a Rússia está a testar a capacidade de defesa europeia e que se prepara para “atacar outro país europeu”.
A Rússia negou qualquer envolvimento, classificando as acusações como uma “provocação orquestrada”.













