A decisão norte-americana representa uma desilusão para a Ucrânia, que vê estas armas como cruciais para a sua defesa. Durante o encontro, descrito como tenso, Donald Trump apelou a Kiev e a Moscovo para que "parem agora mesmo" com a guerra, afirmando que a sua prioridade é a diplomacia e o fim do conflito.
O presidente norte-americano justificou a recusa em fornecer os mísseis Tomahawk com o argumento de que tal poderia levar a uma escalada da guerra.
Analistas consideram que a decisão reflete a influência de Vladimir Putin sobre Trump e a relutância dos EUA em envolverem-se mais diretamente no conflito.
O major-general Agostinho Costa afirmou que a reunião "não correu nada bem para Zelensky, que ficou muito agastado", concluindo que "não há mísseis Tomahawk nem agora nem no futuro".
Após o encontro, Zelensky comunicou aos líderes europeus e da NATO que o seu foco continua a ser "garantir a segurança" do seu país e "fortalecer" a Europa, tentando digerir o revés diplomático sofrido em Washington.
A recusa dos EUA em fornecer armamento avançado deixa a Ucrânia numa posição mais vulnerável e dependente do apoio europeu.














