Esta evolução sugere um complexo xadrez geopolítico em curso para encontrar uma saída para o conflito.
Segundo as notícias, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e os seus aliados europeus estariam recetivos a uma proposta de Donald Trump que utilizaria a atual "linha de contacto" como ponto de partida para negociações de paz, embora rejeitem liminarmente quaisquer cedências territoriais. Um plano com 12 pontos está a ser elaborado pela Europa e pela Ucrânia para ser apresentado à Rússia, incluindo o regresso de crianças deportadas e a troca de prisioneiros, mas Moscovo já manifestou a sua recusa em congelar as linhas da frente.
Em paralelo, a esperada cimeira em Budapeste entre Trump e Putin foi suspensa.
O presidente norte-americano rejeitou a realização de uma "reunião inútil" com o seu homólogo russo, e um funcionário da Casa Branca veio posteriormente esclarecer que não existem planos para um encontro "num futuro imediato".
Esta série de avanços e recuos diplomáticos evidencia a dificuldade em alinhar as posições dos vários intervenientes e a volatilidade das negociações, onde a administração Trump parece desempenhar um papel central, ainda que imprevisível.














