Durante a cimeira em Kuala Lumpur, Malásia, a administração de Trump esteve envolvida em várias frentes diplomáticas.
Um encontro com o Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, foi descrito como "muito positiva e produtiva", tendo Lula oferecido a sua mediação nas tensões entre os EUA e a Venezuela.
Trump mostrou-se aberto a negociar as tarifas impostas ao Brasil.
Em relação à China, foi anunciado um "acordo preliminar" comercial, com indicações de que Pequim poderá adiar restrições à exportação de terras raras. Trump também presidiu à assinatura de um "acordo histórico" de cessar-fogo entre a Tailândia e o Camboja para terminar o seu conflito fronteiriço. No entanto, as relações com o Canadá deterioraram-se, com Trump a anunciar um aumento de 10% nas tarifas como retaliação a um anúncio televisivo de Ontário que usava um discurso de Ronald Reagan para criticar o protecionismo. Simultaneamente, os EUA aumentaram a pressão na região das Caraíbas, com a chegada do navio lança-mísseis USS Gravely para exercícios conjuntos perto da Venezuela, uma ação enquadrada no combate ao narcotráfico, mas que ocorre num clima de alta tensão e após a admissão de Trump sobre operações clandestinas da CIA no país sul-americano.














