O Governo, pela voz do Primeiro-Ministro Luís Montenegro, defendeu a legislação como uma “solução equilibrada” que “devolve a ordem”, afirmando que “ser português é uma honra e uma responsabilidade” e que não se pretendem “portugueses de ocasião”. O PS e os restantes partidos de esquerda votaram contra, criticando o que consideram ser um “retrocesso civilizacional”. Os socialistas alertaram para a potencial inconstitucionalidade da sanção de perda da nacionalidade, enquanto associações de imigrantes acusaram a lei de atacar os direitos humanos. O acordo com o Chega foi um dos pontos centrais da controvérsia política, com a esquerda a lamentar a cedência do Governo ao partido de André Ventura.