Em retaliação, membros do Comando Vermelho paralisaram várias vias importantes da cidade, incendiando veículos e contentores para criar barricadas, e impuseram um recolher obrigatório em certas áreas.
A violência da operação gerou uma forte onda de críticas e condenação por parte de organizações de direitos humanos. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos declarou-se “horrorizado” com o número de mortos e pediu uma investigação aprofundada.
A Human Rights Watch (HRW) classificou a operação como um “desastre” e exigiu que cada morte seja investigada pelo Ministério Público.
O governo federal brasileiro distanciou-se, afirmando não ter recebido qualquer pedido de ajuda do governador do Rio de Janeiro para apoiar a ação. O episódio evidencia a escalada de violência no confronto entre o Estado e o crime organizado no Rio de Janeiro, levantando sérias questões sobre as táticas de segurança pública e o seu custo humano.














