A procuradora de Paris, Laure Beccuau, afirmou que um dos detidos era "efetivamente um dos alvos dos investigadores".

As detenções anteriores foram possíveis graças à identificação de ADN no local do crime.

A polícia acredita que já só falta localizar um dos ladrões e que o roubo pode ter sido uma "encomenda" feita por um cliente específico.

Este evento de grande visibilidade levantou preocupações globais sobre a segurança dos museus.

Arthur Brand, um detetive de arte holandês, alertou que o assalto ao Louvre pode inspirar outros roubos, levando instituições culturais em todo o mundo a reavaliar as suas próprias vulnerabilidades. As joias, avaliadas em 88 milhões de euros, continuam desaparecidas.