Estes desenvolvimentos indicam uma competição cada vez mais renhida e imprevisível.

Marcelo Rebelo de Sousa assinou o decreto que fixa as eleições para domingo, 18 de janeiro de 2026. Uma eventual segunda volta ocorrerá a 8 de fevereiro. A escolha da data teve em consideração evitar que uma segunda volta coincidisse com o domingo de Carnaval. Simultaneamente, uma sondagem da Intercampus para o CM/CMTV/Jornal de Negócios revelou uma mudança significativa nas intenções de voto.

Pela primeira vez, o Almirante Gouveia e Melo perde a liderança, caindo para o terceiro lugar.

A liderança é agora assumida por Marques Mendes, seguido de perto por André Ventura, embora os quatro principais candidatos — incluindo também António José Seguro — se encontrem em situação de empate técnico dentro da margem de erro.

A sondagem indica ainda que André Ventura perderia numa segunda volta contra qualquer um dos outros três principais candidatos.

Entretanto, os pré-candidatos começam a anunciar os seus mandatários nacionais: Marques Mendes escolheu Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, enquanto João Cotrim de Figueiredo anunciou o advogado José Miguel Júdice.

Rui Moreira justificou o seu apoio a Mendes, afirmando que uma candidatura sua seria "redundante" e poderia "canibalizar" o espaço político, beneficiando outros candidatos.