O Presidente anfitrião, Lula da Silva, abriu os trabalhos pedindo aos líderes mundiais que "levem a ciência a sério" e alertou que os conflitos armados e o extremismo político desviam recursos essenciais da agenda ambiental.
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, foi ainda mais contundente, classificando o fracasso em limitar o aquecimento global a 1,5°C como "uma falha moral e uma negligência fatal".
A União Europeia marcou uma forte presença, com António Costa a assegurar que o bloco tudo fará para manter viva a meta de 1,5°C, embora tenha advertido que "a janela de oportunidade para agir está a fechar-se rapidamente". Por sua vez, o primeiro-ministro Luís Montenegro garantiu a aposta contínua de Portugal nas energias renováveis e anunciou uma contribuição de um milhão de euros para o novo Fundo Florestas Tropicais para Sempre, uma iniciativa lançada por Lula da Silva.
A ausência dos líderes dos EUA, China e Índia, os três maiores poluidores mundiais, foi notada, mas não diminuiu o sentido de urgência do encontro.














