O escândalo levou à demissão do diretor-geral, Tim Davie, e da diretora de informação, Deborah Turness. O presidente do conselho de administração da BBC, Samir Shah, pediu desculpas publicamente, reconhecendo um "erro de julgamento", mas negou a existência de parcialidade institucional. Em reação, Donald Trump ameaçou processar a emissora, exigindo uma indemnização de "não menos do que mil milhões de dólares" por "distorção deliberada". O governo britânico manifestou apoio a "uma BBC forte e independente", enquanto a Rússia, através do seu Ministério dos Negócios Estrangeiros, acusou a estação de "falsidades em grande escala" e "pseudojornalismo".