A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) já considerou a situação "grave", alertando para o "impacto negativo na garantia do acesso à informação", e pediu uma intervenção da Autoridade da Concorrência. Autarcas das regiões afetadas, como os de Bragança e Vila Real, apelaram ao Governo para que tome medidas, defendendo que o acesso à informação é um pilar da democracia. O candidato presidencial António José Seguro corroborou esta visão, afirmando que "tem de se encontrar meios e recursos para que os jornais continuam a chegar ao interior". O CEO da Vasp, Marco Galinha, deixou recados ao Governo, garantindo que a empresa não precisa de "esmolas", mas a situação levanta um debate sobre se a distribuição de imprensa deve ser considerada um serviço público, especialmente nos territórios de baixa densidade populacional.
Distribuidora Vasp pondera cortar entrega de jornais em oito distritos, gerando preocupação
A possibilidade de a Vasp, principal distribuidora de imprensa em Portugal, deixar de entregar jornais e revistas diárias em oito distritos do interior e norte do país a partir de janeiro está a gerar grande preocupação entre autarcas, associações de imprensa e o regulador do setor. A empresa alega dificuldades financeiras e a necessidade de reajustar as suas rotas, o que poderia deixar os distritos de Bragança, Vila Real, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e parte de Santarém sem acesso regular à imprensa nacional.



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