O presidente executivo, Luís Rodrigues, afirmou que a companhia está a negociar os serviços mínimos com os sindicatos para que a operação "corra da melhor maneira possível", com o esforço principal a ser direcionado para minimizar o impacto nos passageiros.
Para além da gestão da greve, a administração da TAP mantém em aberto a venda dos negócios de 'catering' (Cateringpor) e de assistência em terra ('handling', através da participação na Menzies/SPdH). A alienação de 51% do capital na Cateringpor e de 49,9% na Menzies estava prevista no plano de reestruturação negociado com a Comissão Europeia.
Luís Rodrigues admitiu que a venda poderá ser anunciada ainda este ano, embora a sua concretização só deva ocorrer em 2026.
Olhando para o futuro, o CEO espera um crescimento "modesto" de passageiros em 2026 e planeia aumentar a frota para mais de 100 aviões, uma meta considerada "não difícil" de alcançar, dado que a frota atual é de 99 aeronaves.
Luís Rodrigues mostrou-se otimista, defendendo que a companhia aérea é atrativa para potenciais investidores devido à sua forte presença no mercado brasileiro, à qualidade da sua manutenção e aos seus trabalhadores.














