A CGTP confirmou não ter recebido qualquer convite, o que aprofunda o clima de confronto.
A greve geral, apesar da habitual guerra de números sobre a adesão, parece ter tido impacto político.
Fontes noticiosas indicam que a pressão social abriu um novo ciclo de negociações e terá mesmo forçado o Chega a recuar na sua posição inicial sobre a legislação laboral.
A antiga Ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, considerou a paralisação um "fortíssimo sinal de alarme para o Governo", defendendo que o Executivo deve "retirar consequências" e "mudar de rumo".
A ex-governante foi perentória ao afirmar que a proposta, tal como está, "não tem qualquer hipótese de passar no Parlamento", especialmente sem um acordo na Concertação Social.
O cenário atual é de impasse: o Governo tenta avançar com uma reforma que considera essencial para a produtividade, mas enfrenta uma forte oposição sindical e um xadrez parlamentar complexo, onde a aprovação da nova lei parece cada vez mais difícil.














