A reação da oposição foi imediata e contundente.
O PS considerou as declarações "muito graves" e deu um ultimato: ou Fernando Alexandre "retifica" o que disse, ou deixa de "ter condições" para exercer o cargo.
O PCP classificou as afirmações como "absolutamente execráveis".
Confrontado com a controvérsia, o ministro tentou clarificar a sua posição, afirmando ser "totalmente falso" que tenha responsabilizado os alunos carenciados. Em sua defesa, explicou: "O que eu disse é que, quando tenho um serviço público que é usado apenas por pessoas que não têm voz, que são de rendimentos mais baixos, por razões de gestão, o serviço se degrada". O seu ministério emitiu um comunicado reforçando que "o risco na gestão das residências é o que está na origem da 'degradação' referida".
No entanto, as justificações não aplacaram as críticas.
O movimento Missão Escola Pública exigiu um pedido de desculpa, e André Ventura, líder do Chega, considerou as declarações "infelizes".














