Em resposta, a China manifestou o seu apoio ao governo de Nicolás Maduro, opondo-se a "todas as formas de intimidação unilateral". Num discurso de Natal à nação, que muitos analistas antecipavam que pudesse conter uma declaração de guerra, Donald Trump focou-se em fazer um balanço do seu mandato e em atacar a administração anterior.
No entanto, anunciou o endurecimento das sanções contra a Venezuela, com um bloqueio naval que visa os petroleiros que transportam crude venezuelano.
A medida intensifica o dispositivo militar norte-americano no mar das Caraíbas, iniciado em agosto.
A reação internacional não tardou.
A China, através do seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, expressou apoio a Caracas, descrevendo a Venezuela como um "parceiro estratégico" e afirmando que Pequim "se opõe a todas as formas de intimidação unilateral".
Em Portugal, seis organizações, incluindo a CGTP, enviaram uma carta aberta ao primeiro-ministro a exigir que o Governo português condene as "ameaças e agressões" dos EUA, mostrando preocupação com a comunidade portuguesa residente na Venezuela.














