O Departamento de Justiça dos EUA começou a divulgar milhares de documentos há muito aguardados sobre o caso de Jeffrey Epstein, o financeiro condenado por crimes sexuais. A divulgação, que inclui fotografias, registos de chamadas e depoimentos, está a ser feita de forma parcial e censurada, gerando críticas de encobrimento. Sob a administração Trump, o Departamento de Justiça deu início à libertação de "centenas de milhares" de documentos relativos às investigações sobre a rede de tráfico sexual liderada por Jeffrey Epstein, que tinha ligações a algumas das pessoas mais influentes do mundo.
Os ficheiros divulgados incluem novas fotografias com personalidades públicas como Bill Clinton, notas pessoais e registos telefónicos.
No entanto, a divulgação está a ser alvo de fortes críticas por ser apenas parcial e por os documentos estarem fortemente censurados.
O prazo legal para a divulgação integral dos ficheiros terminou esta sexta-feira, mas o Departamento de Justiça falhou o cumprimento, o que levou os democratas a acusarem a administração Trump de violar a lei federal e de promover um "encobrimento" dos factos.
Os opositores prometem analisar todas as opções legais para exigir a total transparência do processo.
O caso do bilionário, encontrado morto na sua cela em 2019, continua a gerar controvérsia e a alimentar teorias da conspiração, envolvendo figuras proeminentes da política e da sociedade.
Em resumoA aguardada divulgação de documentos sobre o caso Jeffrey Epstein foi iniciada pelo Departamento de Justiça dos EUA, revelando fotografias e registos. No entanto, o processo está a ser marcado por forte censura e pelo incumprimento do prazo para a divulgação total, o que levou a acusações de encobrimento contra a administração Trump.