Ao mesmo tempo, a tensão aumenta na América do Sul, onde o Presidente Donald Trump não exclui uma intervenção militar na Venezuela.
Volodymyr Zelensky revelou que Washington propôs um encontro trilateral em Miami, juntando Ucrânia, EUA e Rússia, para negociações diretas que não ocorrem desde julho.
O enviado russo já se encontra em Miami, sinalizando um possível avanço diplomático.
No entanto, o cenário é de crescente tensão noutras frentes.
A administração Trump tem intensificado a pressão sobre a Venezuela, com o Presidente a não descartar uma "guerra contra a Venezuela". Em reação, o presidente brasileiro, Lula da Silva, alertou que tal ação seria uma "catástrofe humanitária" e manifestou a intenção de dialogar com Trump para evitar o conflito. A situação na Venezuela também divide o Mercosul, com o presidente argentino, Javier Milei, a apelar aos parceiros para que apoiem a pressão militar dos EUA contra o que classifica como o regime "narcoterrorista" de Nicolás Maduro. Esta complexa teia de eventos sugere que, enquanto se procuram soluções para a Ucrânia, novas frentes de instabilidade podem estar a abrir-se, com a América Latina no centro das atenções.














