A sua lista, "Em frente pelas causas", conquistou todos os 27 lugares da Comissão Política Nacional, num processo marcado pela ausência em protesto da lista adversária.
Apesar da vitória expressiva, o congresso decorreu após meses de tensão interna e com uma participação de delegados (72) muito aquém dos 114 inicialmente previstos.
Durante o seu discurso, Sousa Real assegurou a legalidade do regulamento do congresso e criticou a oposição interna.
A porta-voz reeleita defendeu a necessidade de um diálogo entre os partidos do "espectro democrático" para evitar recuos nos direitos humanos e propôs a criação de um conselho consultivo para uma auscultação mais permanente dos autarcas do partido. Admitiu que o tema do clima tem "ficado para trás" nas prioridades do PAN e comprometeu-se a dar-lhe novamente centralidade.
Sousa Real indicou ainda que, uma vez reeleita, a nova direção irá discutir a possibilidade de o partido apoiar um candidato nas próximas eleições presidenciais, de forma a constituir uma frente contra André Ventura.














