A investigação das autoridades norte-americanas aponta para um crime premeditado, revelando que Cláudio Valente viajou várias vezes para Boston ao longo de dez meses, antes de cometer o crime. As autoridades acreditam que estas deslocações, para as quais terá alugado veículos diferentes, serviram para preparar o plano que culminou com o assassinato de Nuno Loureiro e um ataque à Universidade de Brown. Segundo as informações, o cientista português terá aberto a porta da sua casa ao agressor, que considerava um amigo, desconhecendo as suas intenções.
O impacto da tragédia levou à criação de uma campanha de angariação de fundos na plataforma “Go Fund Me” para apoiar a mulher e as três filhas de Nuno Loureiro.
A iniciativa solidária já conseguiu reunir uma quantia significativa, aproximando-se dos 200 mil euros, demonstrando a forte mobilização da comunidade para ajudar a família enlutada.
A comunidade local expressou a sua consternação, com membros a afirmar que “ninguém imaginava que um português pudesse fazer aquilo”. Enquanto a investigação prossegue para apurar as motivações por detrás dos crimes, a história de um aluno brilhante que se dizia incompreendido e que terminou o curso com uma média de 19 valores deixa um rasto de perplexidade e dor.














