O tenente-general Fanil Sarvarov, uma figura de relevo no Estado-Maior russo, morreu após a explosão de um engenho colocado debaixo do seu carro na capital russa.

As autoridades locais suspeitam do envolvimento dos serviços secretos ucranianos, o que, a confirmar-se, representa uma audaciosa operação em território inimigo que, segundo analistas, "traz um grau de incerteza às elites militares russas".

No plano diplomático, o Kremlin afirmou estar disponível para assinar um acordo garantindo que não atacará a NATO ou a União Europeia, uma declaração recebida com ceticismo no Ocidente. Em simultâneo, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que a Rússia rejeitou uma proposta de cessar-fogo para o Natal e que as bases para um plano de paz com os EUA estão prontas. No entanto, o otimismo de Zelensky é interpretado por alguns comentadores como uma estratégia para "pressionar Moscovo" e culpar a Rússia pela falta de concessões. A situação no terreno permanece tensa, com a Rússia a lançar novos ataques ao porto de Odessa, danificando infraestruturas e deixando milhares de pessoas sem eletricidade, demonstrando que um fim para o conflito ainda não está no horizonte.