A decisão judicial deu razão a uma queixa apresentada por associações representativas da comunidade cigana, que consideraram a mensagem discriminatória.

Numa ação simbólica, André Ventura subiu a um escadote e alterou um dos cartazes, partilhando o momento nas redes sociais.

A polémica ocorre em plena pré-campanha para as eleições presidenciais de 18 de janeiro, com Ventura a defender que o caso pode influenciar o desenrolar da campanha, argumentando que "não é ao tribunal que compete determinar como é que a campanha eleitoral segue o seu caminho".

Apesar da intenção de recorrer, alguns cartazes já começaram a ser retirados em várias localidades do país.