O Presidente Nicolás Maduro acusou os EUA de "pirataria", enquanto Donald Trump intensificou a retórica, afirmando que foi formada uma "Armada enorme" para combater o narcotráfico e que, se Maduro "quiser dificultar as coisas, será a última vez que o vai fazer".
O incidente levou a uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, onde a Rússia e a China criticaram a "atitude de cowboy" dos EUA.
A administração Trump justifica as suas ações como uma medida para proteger o seu hemisfério e as suas fronteiras do narcotráfico.
Em resposta, a Venezuela aprovou uma lei para garantir o livre comércio e a navegação, prevendo penas de prisão para quem apoie bloqueios navais.
Maduro afirmou que Trump dedica grande parte dos seus discursos à Venezuela, acusando-o de ter uma "fixação" com o país.
A escalada de ações militares e verbais agrava a crise na região, com a comunidade internacional dividida sobre a legalidade e as consequências das intervenções norte-americanas.














