O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou veementemente os bombardeamentos durante este período festivo, chegando a expressar o desejo pela morte de Vladimir Putin. A Rússia lançou cerca de 700 mísseis e drones sobre o território ucraniano, resultando na morte de pelo menos seis pessoas e mais de 30 feridos.
Em resposta, a Ucrânia atacou uma importante refinaria russa, que estaria diretamente ligada ao abastecimento das forças armadas de Moscovo.
O líder ucraniano, numa declaração forte, afirmou que o sonho privado dos ucranianos é “Que ele morra”, referindo-se a Putin, embora o pedido público seja “paz para a Ucrânia”.
Em paralelo com o conflito no terreno, decorrem negociações sobre um novo plano de paz.
Zelensky apresentou uma proposta com 20 pontos e manteve conversações com emissários dos Estados Unidos.
Analistas internacionais, como Diana Soller e Tiago André Lopes, consideram que o plano contém várias “linhas vermelhas” para a Rússia, tornando a sua aceitação pelo Kremlin “muito difícil”.
A perceção geral é que, apesar das negociações, a Rússia mantém a sua “campanha de agressão”, sem dar sinais de abrandamento, o que demonstra a complexidade de alcançar uma solução diplomática num futuro próximo.














