A variante do vírus que mais circula não está coberta pela vacina, o que agrava a situação.
Cerca de 80% dos casos graves de gripe A internados nos cuidados intensivos não estavam vacinados. Os especialistas apelam à população para que se vacine e adote medidas de proteção, como o uso de máscara e a manutenção da etiqueta respiratória, para diminuir o risco de infeção. A situação levou a um aumento dos tempos de espera nas urgências hospitalares por todo o país, com casos extremos como o do Hospital Amadora-Sintra, onde doentes com pulseira amarela (urgentes) chegaram a ter tempos de espera de 12 a 20 horas. Embora o período de excesso de mortalidade tenha terminado na véspera de Natal, as autoridades de saúde consideram que ainda é cedo para determinar se o pico de óbitos já foi atingido.














