Para além da suspensão do sistema, o Ministério da Administração Interna anunciou o reforço imediato dos meios humanos com militares da GNR, que irão auxiliar a PSP.

A Comissão Europeia já indicou que irá contactar as autoridades portuguesas para obter "mais detalhes" sobre a decisão.

A medida gerou reações diversas: a RENA, associação das companhias aéreas, aplaudiu a decisão, enquanto os sindicatos da PSP se mostraram críticos.

O Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia (SNOP) considera que "a segurança nacional fica fragilizada", e a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) estranhou o recurso à GNR, argumentando que o problema reside na falta de infraestruturas e não de efetivos. A ANA Aeroportos refutou as acusações sindicais, apontando para a falta de recursos humanos da polícia e os impactos da luta sindical.

O líder do PS, José Luís Carneiro, acusou o Governo de "impreparação e incompetência".