Gouveia e Melo classificou a intervenção como “ilegítima”, apesar de reconhecer as dúvidas sobre a democracia do regime de Maduro.

Do lado da esquerda, Catarina Martins (BE) e António Filipe (PCP/CDU) pediram uma condenação “inequívoca” e “veemente” por parte de Portugal, com Jorge Pinto (Livre) a esperar que o país não apoie um “ataque ilegal”.

António José Seguro (apoiado pelo PS) manifestou “muita preocupação” com a comunidade portuguesa e criticou a violação do direito internacional.

Luís Marques Mendes (apoiado por PSD/CDS-PP) considerou ser cedo para “catalogar” a intervenção, defendendo que a prioridade é a segurança dos portugueses.

Por sua vez, João Cotrim de Figueiredo (IL) descreveu a ação como “criticável”.

A única voz dissonante foi a de André Ventura (Chega), que considerou o derrube do regime um “sinal de esperança”. Para além da crise venezuelana, Cotrim de Figueiredo foi notícia por recusar a escolta policial permanente recomendada pelos serviços de informações, após uma avaliação de risco do SIS.

Gouveia e Melo continuou a sua campanha de proximidade, enquanto Seguro se mostrou confiante numa passagem à segunda volta.