A esquerda, nomeadamente Catarina Martins (BE) e Jorge Pinto (Livre), criticou a posição "vergonhosa" do Governo português.
O tema central da política interna foi o apelo ao "voto útil", com o primeiro-ministro Luís Montenegro a entrar na campanha de forma polémica ao pedir aos eleitores do PS e da IL que votem em Luís Marques Mendes (apoiado por PSD e CDS-PP) para evitar uma segunda volta com "dois candidatos populistas", referindo-se a André Ventura (Chega) e Henrique Gouveia e Melo. Ventura reagiu prontamente, acusando Montenegro de querer uma "marioneta" em Belém e de ter "medo".
João Cotrim de Figueiredo (IL) respondeu ao apelo, afirmando que o "espírito reformista" está na sua candidatura e que não chegar à segunda volta seria uma "derrota". António José Seguro (apoiado pelo PS) também insistiu no voto útil na sua candidatura para garantir que a esquerda não fique de fora de uma eventual segunda volta.
Os restantes candidatos, como Gouveia e Melo, António Filipe (PCP) e André Pestana, também iniciaram as suas campanhas com ações de rua por todo o país.














