
Donald Trump revelou que conversou com Delcy Rodríguez, a presidente interina da Venezuela, descrevendo-a como uma "pessoa incrível". "Acho que nos estamos a dar muito bem", disse o presidente norte-americano, após a captura de Maduro.
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Donald Trump revelou que conversou com Delcy Rodríguez, a presidente interina da Venezuela, descrevendo-a como uma "pessoa incrível". "Acho que nos estamos a dar muito bem", disse o presidente norte-americano, após a captura de Maduro.

O Parlamento Europeu vai votar em 21 de janeiro se contesta, junto do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), o acordo comercial com o Mercosul, indica a agenda da sessão plenária da próxima semana. Em causa está uma resolução, assinada por 145 eurodeputados de vários grupos políticos europeus, de esquerda e direita, que pede ao TJUE que estabeleça se o acordo comercial UE-Mercosul é conforme à legislação europeia. A deputada francesa Manon Aubry, uma das promotoras desta resolução, escrev

O recente ataque dos EUA à Venezuela é mais um capítulo de uma longa história de intervenções militares e influência política americana na região, que ocorre há mais de 200 anos, com vários exemplos durante a Guerra Fria. Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, as forças americanas capturaram o controverso presidente venezuelano Nicolás Maduro e a sua esposa, Cilia Flores. Ambos foram transferidos para os Estados Unidos, onde Maduro, agora deposto, enfrenta acusações de narcoterrorismo. A operação americana – questionada por muitos especialistas em direito internacional – quebrou um jejum de décadas de um longo histórico de intervenções

Sondagem divulgada esta quarta-feira mostra que metade dos brasileiros reprovam a atuação de Lula no comando do país e um pouco menos do que a outra metade aprova.

É o que avança a agência de notícias britânica Reuters, que conversou com duas fontes militares europeias. Ainda, Gouveia e Melo tenta angariar votos junto do eleitorado do Chega.

A América Latina está no centro da rivalidade estratégica entre Washington e Pequim. Ao longo de pouco mais de duas décadas, a China construiu no subcontinente uma presença silenciosa, mas profunda, assente no comércio, investimento e crédito. A presença chinesa em portos americanos foi aumentando, e os Estados Unidos querem desfazer rapidamente estas ligações enraizadas e dominar o seu “quintal”

Esta decisão altera uma lei de 2000 que apenas proibia a construção de edifícios na orla.




A Colômbia está em alerta desde que Donald Trump ameaçou capturar Gustavo Petro, o presidente do país, numa intervenção idêntica à que foi realizada na Venezuela.

Trump diz que o “petróleo para Cuba acabou”, mas o Governo venezuelano reafirma a relação forte entre Caracas e Havana. Líder cubano garante que EUA tentam “vergar aquilo que não conseguiram vencer”.

Os dias que se seguem à invasão militar da Venezuela pelos Estados Unidos fizeram com que a comunidade internacional temesse um vazio de poder, após 25 anos de um chavismo que foi esmagando a liberdade dos venezuelanos. Para o politólogo venezuelano Victor Mijares, a decisão da Administração Trump foi "um mal necessário". Em entrevista à CNN Portugal, o professor da Universidade Nacional dos Andes, especialista em temas de segurança e defesa e conhecedor da política interna venezuelana, mostrou-se preocupado com a possibilidade de um vazio de poder. "Há aproximadamente umas 15 definições distintas de soberania. E uma delas tem a ver, precisamente, com a soberania que emana da vontade popular. E neste caso, a soberania não se pode exercer (durante os governos de Nicolás Maduro)," disse. "Portugal tem uma forma de fazê-lo pacificamente se. Se amanhã não gosta do Governo, tem instituições que podem permitir-lhe, com liberdade, formar um novo Governo. E sem disparar uma bala," continuou Mijares. Um equilíbrio de poder muito precário Um vazio que poderá dar lugar a tensões entre as diferentes alas do chavismo, que se foram consolidando ao longo dos anos posteriores à morte de Hugo Chávez, em períodos de governação do Nicolás Maduro marcados por um agravamento do aparelho repressivo. E, uma vez decapitado o poder, Víctor Mijares acredita que a Venezuela vive dias tensos e que os próximos passos da Administração Bush podem ser decisivos e que eliminar o aparelho chavista das instituições federais e estaduais com um golpe é impossível. "O que vivemos na Venezuela é um equilíbrio muito precário, mas a alternativa a esse equilíbrio seria ter arrasado completamente com o regime e isso poderia ter sido muito pior, com violência e anarquia descontrolada." É que o exército da Venezuela, pilar fundamental da governação e repressão madurista, poderia fragmentar-se. Victor Mijares contempla todos as possibilidades, incluindo a de uma guerra civil. "As forças armadas poderiam fragmentar-se, as forças armadas venezuelanas. Mas também estamos a falar de grupos criminosos e de guerrilhas transnacionais, grupos colombianos, como o Exército de Libertação Nacional." Mijares refere ainda a influência na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia que exercerem os guerrilheiros que ainda operam em nome das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as FARC. Machado ainda pode chegar ao poder Depois do rapto do Presidente Nicolás Maduro e da mulher, Cília Flores, sob o pretexto de ligação a narcotráfico, os Estados Unidos aceitaram, por agora, a decisão do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela em nomear Delcy Rodríguez, próxima de Maduro, como presidente interina. O irmão da Presidente interina é Jorge Rodríguez, Presidente da Assembleia Nacional. A medida deixou os vizinhos da Venezuela e a comunidade internacional à espera de uma reação da Administração Trump. Ora, se Rodríguez disse e insistiu que governava apenas por e para os venezuelanos e que nenhuma potência estrangeira iria ingerir nos interesses nacionais, Trump respondeu que a Venezuela era controlada por Washington. Ao mesmo tempo, Trump parece ter prescindido da vencedora do Prémio Nobel da Paz e ua das mais destacadas líderes da oposição, Maria Corina Machado, que deixou o país clandestinamente, com medo de represálias do aparelho chavista. Trump e o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, explicaram, ao longo dos dias que se seguiram à nomeação de Delcy Rodríguez, que apostavam na capacidade dos venezuelanos em dar "continuidade ao processo." Victor Mijares diz que Maria Corina Machado ainda tem, no entanto, possibilidade de chegar ao poder: "Primeiro, Maria Corina Machado não viveu muito tempo fora da Venezuela. Todos os estudos universitários dela foram feitos em universidades venezuelanas. E vem de uma família de tradição política, para além de que o seu tio foi fundador do Partido Comunista da Venezuela nos anos 30." - Gustavo Machado. Uma elite distanciada da maioria dos venezuelanos? Sobre a capacidade dos membros da elite venezuelana, no poder antes do início do chavismo em 1998, em estabelecer ligação com a maioria do eleitorado, Victor Mijares acredita que isso é possível, mais não seja pelo desgaste dos governos chavistas. E isso aplica-se a Maria Corina Machado: "Tem uma ligação sim, com as elites uma conexão com essa elite branca de origem colonial. Pode encaixar nessa visão da elite colonial latino-americana branca," admite. "Mas teve uma aceitação grande por parte de alguns setores populares, que a vêm como uma alternativa viável para a modernização do país." Por agora, tanto a oposição, em Caracas e na diáspora, de Madrid a Miami, quanto o aparelho chavista, devem contar com o plano de três fases imposto pela Administração Trump para a Venezuela. E o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, um cubano-americano empenhado em eliminar do Hemisfério Sul das Américas qualquer réstia de sistema socialista, já avisou que o que se está a passar na Venezuela "não é improviso."

Encontro acontece na véspera da opositora venezuelana viajar para os EUA para encontrar-se com Donald Trump

Não é a primeira vez que o Presidente dos Estados Unidos refere, implícita ou explicitamente, que o seu país vai controlar a Venezuela

A publicação, partilhada na plataforma Truth Social, é feita após os ataques americanos ao país da América Latina e a captura de Nicolás Maduro.

A publicação, partilhada na plataforma Truth Social, é feita após os ataques americanos ao país da América Latina e a captura de Nicolás Maduro.

Donald Trump apoiou Asfura publicamente três dias antes das eleições gerais de 30 de novembro

No dia em que decorrem as eleições para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, o INE divulga os dados sobre a indústria e a ministra do Trabalho recebe Maria Luís Albuquerque. A semana arranca com o preço dos combustíveis praticamente inalterado. Quem vai liderar as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional? As eleições para […]

O presidente eleito das Honduras, Nasry Asfura, viajou para Washington, onde será recebido, hoje, por dirigentes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), indicou uma fonte próxima do líder do conservador Partido Nacional.

A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.


João Annes, do Observatório de Segurança e Defesa, esteve no NOW na tarde deste sábado e falou sobre como está a relação dos Estados Unidos com Venezuela. Defendeu que "o facto de terem existido muitos latino-americanos que não ficaram satisfeitos com a forma que a intervenção está a acontecer, influenciou a que não existisse um segundo ataque".


A Presidente das Honduras, Xiomara Castro, solicitou ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) que inicie imediatamente a recontagem dos votos das eleições gerais de 30 de novembro, embora o órgão eleitoral já tenha declarado os vencedores.

Entre vários outros negócios, era dono do Bahamas Hotel, o clube que se diz o “maior centro de entretenimento para adultos da América Latina”. Editava no Brasil as revistas Penthouse e Hustler.

O início de janeiro é sinónimo de festa em Ipiales, Pasto e noutras cidades do departamento colombiano de Nariño. O Carnaval de Negros e Brancos, declarado património cultural da nação em 2002, enche as ruas de cor, música e tradição. A celebração atrai visitantes de todo o país e do vizinho Equador.

Gustavo Petro apelou aos exércitos da América do Sul para se unirem de forma a combater o tráfico de droga.


Gustavo Petro apelou aos exércitos da América do Sul para se unirem de forma a combater o tráfico de droga.

Gladis Aurora López ficou ferida no pescoço e nas costas

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, reunir-se-á com Donald Trump no início de fevereiro em Washington. A visita tem por objetivo restabelecer o diálogo bilateral e coordenar ações conjuntas contra o tráfico de droga e a violência na região.


O major-general Agostinho Costa considera que a liderança venezuelana está a assumir uma “dupla narrativa política” em relação ao controlo dos EUA. “Para dentro tem um determinado discurso, para fora tem um discurso completamente diferente”

O acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, negociado ao longo de mais de 25 anos, foi aprovado pela UE e deverá ser assinado a 17 de janeiro, apesar da forte oposição de alguns países e dos protestos de agricultores europeus nos últimos dias.

Presidente mexicana pediu reunião com Marco Rubio para reforçar diálogo entre os dois países. Claudia Sheinbaum diz que “o país não quer entrar em conflitos com os EUA”.

Para o primeiro-ministro espanhol este é "um passo de gigante" para reforçar a relação da Europa com a América Latina num momento em que a UE precisa de novos aliados.

Donald Trump cancelou uma segunda vaga de ataques à Venezuela depois de Caracas ter libertado vários presos políticos. O especialista em segurança e defesa Vitaliy Venislavskyy considerou que a Venezuela deverá te ruma administração política que aceite a doutrina Monroe, ou seja, o controlo dos Estados Unidos sobre o continente americano.

O tenente-general Rafael Martins comenta a decisão de Donald Trump de cancelar uma segunda vaga de ataques contra a Venezuela e analisa o bloqueio permanente na zona, apesar do recuo de alguns meios.

Gustavo Petro diz que falou com Donald Trump ao telefone e conseguiu convencer o líder norte-americano a "congelar" o ataque.

O ex-candidato à presidência da Venezuela Enrique Márquez foi um dos primeiros presos políticos que saíram da prisão no âmbito das libertações anunciadas pelas autoridades de Caracas, de acordo com um vídeo de um jornalista local. “Acabou tudo”, disse Enrique Marquez na quinta-feira à mulher no vídeo, filmado num bairro de Caracas, para onde foi […]

Não houve uma ruptura com o chavismo, mas dentro de Miraflores convivem duas correntes: uma parece disposta a conversar com os EUA, outra aferra-se às armas para defender a pátria a qualquer custo.

O presidente colombiano falou pela primeira vez com Donald Trump após a captura de Nicolás Maduro, numa altura em que Bogotá defende o diálogo com os EUA e a Venezuela.

O antigo ministro e ex-secretário-geral do PSD José Luís Arnaut esteve no NOW na noite desta quinta-feira e falou sobre aquela que é a situação atual da Venezuela. Defendeu que «foi mantido o regime de Maduro sem Maduro» e que a falta de "alguma disciplina ou de ordem pública poderia despoletar um grande conflito".


Washington e Bogotá mantêm uma cooperação em matéria de segurança há décadas, mas os laços deterioraram-se desde que Trump iniciou o seu segundo mandato, em janeiro último.


A família de Juan Francisco Dos Ramos acredita que o luso-venezuelano, filho de madeirenses e coronel da Guardia Nacional, pode estar na lista dos presos políticos a libertar nos próximos dias. Há pelo menos registo de cinco luso-venezuelanos presos por razões políticas

Trata-se de um “gesto unilateral de paz”, com vista a uma “convivência pacífica”, segundo o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez

O presidente da Colômbia falou ao telefone com Donald Trump durante mais de uma hora, numa conversa que decorreu num contexto de elevada tensão regional. Gustavo Petro afirmou que o contacto serviu para aliviar o clima de tensão e revelou que aceitou o convite de Trump para visitar a Casa Branca.

Vários milhares de pessoas marcham nas ruas de Caracas exigindo o regresso de Nicolás Maduro, Presidente venezuelano capturado numa operação militar dos EUA no passado fim de semana.

Hugo Capela, enviado especial da CNN Portugal à Colômbia, junto à fronteira com a Venezuela, traça o retrato das últimas horas, nomeadamente após conversações entre Donald Trump e o presidente colombiano.

Na fronteira com a Venezuela, em Cúcuta, algumas centenas de pessoas responderam ao apelo do presidente colombiano. Os enviados especiais da RTP, Filipe Pinto e Pedro Miguel Gomes, assistiram à revolta dos colombianos às ameaças de Donald Trump.

Seis meses? Um ano? “Eu diria muito mais tempo do que isso“, respondeu Trump.

"Reconstruir o país, (...) reduzir os preços do petróleo e dar dinheiro à Venezuela" são as prioridades da administração Trump para a ação no país, segundo o Presidente

No domingo, Havana já tinha indicado que 32 militares cubanos, destacados na Venezuela, morreram em "ações de combate" durante o ataque norte-americano.

A conta criada em dezembro tinha apostado 27 euros na saída de Nicolás Maduro do poder até ao final de janeiro

O representante permanente da Venezuela nas Nações Unidas denunciou a “agressão armada unilateral e injustificada” e o “rapto” do Presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama. De acordo com Caracas, o secretário-geral da ONU prometeu considerar o convite e ofereceu “os seus bons ofícios para facilitar um diálogo nacional”

A captura de Nicolás Maduro pelos EUA dividiu governos, agitou mercados e abriu um precedente perigoso sobre quando — e como — uma potência pode intervir militarmente noutro país

Articulada pela primeira vez em 1823, a Doutrina Monroe destinava-se, em grande medida, a impedir a influência colonial europeia no hemisfério ocidental, mas os presidentes modernos utilizaram-na para justificar a intervenção militar na América Latina.

A liderança cubana perdeu um aliado económico fundamental em Nicolás Maduro, e o provável embargo petrolífero dos EUA poderá aprofundar a crise económica da ilha. Mas, segundo um especialista, é pouco provável que isso leve as pessoas às ruas.


Os Estados Unidos capturaram este sábado o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro e a sua mulher, Cília Fortes. O Major-General Isidro de Morais Pereira explicou que Vladimir Putin e Xi Jinping estão a analisar de perto esta intervenção norte-americana na Venezuela. Para o especialista, «Xi Jinping nem se importaria de perder a influência que tem na Venezuela [...] em troca de alguma complacência de Trump relativamente a uma possível tomada de Taiwan pela força. Também Vladimir Putin partilha os mesmos sentimentos relativamente à invasão da Ucrânia.

Em comunicado, a ministra dos Negócios Estrangeiros refere que a decisão do futuro da Venezuela está nos próprios venezuelanos: "podem decidir seu próprio destino"


Cilia Flores terá ficado ferida ao bater com a cabeça enquanto fugia ao lado do marido. Maduro e Flores correram e tentaram esconder-se atrás de uma pesada porta de aço dentro da residência onde se encontravam, em Caracas

Na primeira decisão como presidente interina, Delcy Rodríguez sinaliza prioridade à economia ao nomear um ex-responsável do banco central para a vice-presidência

Presidente norte-americano aumenta pressão sobre a nova Presidente: quer que a Venezuela venda aos EUA até 50 milhões de barris de petróleo, o que pode forçar um corte de fornecimento aos parceiros tradicionais do regime. Casa Branca admite intervenção militar na Gronelândia. Siga ao minuto

Neste episódio da Lei da Paridade, Adriana Cardoso, Leonor Rosas e Maria Castello Branco debatem o tema incontornável do sequestro de Nicolás Maduro e da sua esposa pelas forças Delta americanas, tendo deixado a situação política da Venezuela ainda mais periclitante

Governo provisório venezuelano, liderado por Delcy Rodríguez ainda não emitiu uma reação oficial às exigências comunicadas por Washington

Bruce Fein, que foi vice-procurador-geral na Administração de Reagan, mostrou-se crítico da política do atual Presidente dos Estados Unidos relativa à Venezuela. Um dia após o ataque norte-americano, o jurista escreveu que a “Venezuela vai ser o Waterloo de Trump” e, uma semana antes, que o Governo “abraça o intervencionismo sob o seu próprio risco”

A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, celebrou a destituição de Nicolás Maduro do poder afirmando que “o dia 3 de janeiro ficará na história como o dia em que a justiça derrotou a tirania”.

Uma reportagem do “Financial Times” em Caracas dá conta das ações dos chamados “colectivos”, grupos paramilitares controlados pelo ministro da Defesa que têm apertado a repressão no país

Para tentar traçar um esboço do futuro da Venezuela e da América Latina após o ataque dos EUA, o PÚBLICO ouviu vários investigadores da área da Ciência Política e Relações Internacionais.

Entre as cinco eleições presidenciais marcadas para os próximos meses no continente, estão as da Colômbia e as do Brasil. Dois países que Trump gostaria de ver alinhados com a sua visão.

A acusação estende-se à esposa, Cília Flores, ao filho, Nicolasito, e a outros altos funcionários venezuelanos. O caso levanta questões de legalidade internacional, mas os EUA argumentam que não reconhecem Maduro como Presidente legítimo.

A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, celebrou a destituição de Nicolás Maduro do poder afirmando que “o dia 3 de janeiro ficará na história como o dia em que a justiça derrotou a tirania”.

Revisitada a lógica da doutrina do século XIX segundo a qual Washington reclama primazia política e estratégica no hemisfério ocidental, abrem-se novas possibilidades, como admitiu Donald Trump. O Presidente colocou imediatamente Cuba e a Colômbia no radar, mas que pode fazer contra estes países? E que riscos comportam operações militares contra Havana e Bogotá?

Em que é que Trump estava a pensar? As tropas norte-americanas realizaram uma manobra de invasão do território venezuelano, com a finalidade de capturar Nicolás Maduro, o Presidente da nação. A análise de Cecília Meireles e Miguel Prata Roque no Linhas Vermelhas em podcast

Presidente norte-americano deu a entender que não houve mortes na operação militar em Caracas, mas rapidamente voltou atrás e mencionou as vítimas cubanas no ataque. Autoridades venezuelanas falam em pelo menos 80 mortes.

Ao contrário do que se diz nas redes sociais, María Corina Machado não venceu as eleições presidenciais na Venezuela em 2024. O vencedor reconhecido pela comunidade internacional é Edmundo Gonzalez.

Tensões mundiais aumentam após operação americana que resultou na detenção do Presidente venezuelano

A principal central sindical da Bolívia anunciou, esta segunda-feira, a suspensão das negociações com o novo governo de Rodrigo Paz, após a recusa do governante em recuar nos cortes do subsídio aos combustíveis. O protesto nas ruas da capital, La Paz, terminou em confrontos violentos com a polícia.


A principal central sindical da Bolívia anunciou, esta segunda-feira, a suspensão das negociações com o novo governo de Rodrigo Paz, após a recusa do governante em recuar nos cortes do subsídio aos combustíveis. O protesto nas ruas da capital, La Paz, terminou em confrontos violentos com a polícia.
Depois de viver a tortura e o assassinato do pai aos sete anos de idade, Delcy Rodríguez e o irmão mais velho têm sido figuras-chave no aparelho chavista, desde cargos de funcionários públicos nos anos 2000, sob Hugo Chávez, até cargos de peso político com a ascensão de Nicolás Maduro.

A líder da oposição venezuelana considerou que Maduro não é um “presidente legítimo”, mas sim “o chefe de uma estrutura criminosa que foi derrotada nas eleições presidenciais por esmagadora maioria”.

Entre os 600 mil venezuelanos que moram em Espanha está o vencedor das presidenciais de 2024, Edmundo González Urrutia. Já no país sul-americano vivem 230 mil espanhóis e há empresas com investimentos relevantes

Sobre o Nobel, o jornalista lançou uma última pergunta, talvez a mais inusitada de toda a entrevista: "Alguma vez pensou em dar o Nobel a Trump?". Visivelmente constrangida, Maria Corina Machado respondeu com diplomacia à Fox News.

Amanda Lima, editora-chefe do DN Brasil, tem dúvidas quanto ao objetivo dos EUA em derrubar Nicolás Maduro e questiona: "Como fica o povo venezuelano em toda esta situação?".

Tiago André Lopes, comentador da CNN Portugal, defende que "se as chancelarias europeias continuarem a fingir que não percebem [que a Venezuela não está em transição para uma democracia], vão continuar a comunicar absurdidades".

María Corina Machado expressou desejo de voltar à Venezuela assim que possível. Nicolás Maduro declarou-se como prisioneiro de guerra no primeiro dia em tribunal.