A medida contrasta com a abordagem do anterior governo, mais focada na proteção dos inquilinos. A sua eventual implementação reverterá uma das normas mais polémicas do “Mais Habitação” e representará uma viragem significativa na política de habitação, alinhada com uma visão mais liberal do mercado.
Governo Pondera Acabar com Limite de 2% no Aumento das Rendas em Novos Contratos
O Governo está a preparar um plano para flexibilizar a lei do arrendamento, que poderá reverter medidas centrais do pacote “Mais Habitação” do anterior executivo. A alteração mais significativa em estudo é o fim do teto de 2% ao aumento das rendas em novos contratos de arrendamento para imóveis que já estiveram no mercado nos últimos cinco anos, uma medida que visa dinamizar a oferta e restaurar a confiança dos proprietários. Esta proposta, que deverá ser aprovada em Conselho de Ministros, insere-se numa estratégia mais ampla que inclui também a simplificação e agilização dos processos de despejo em caso de incumprimento no pagamento das rendas. O Executivo reconhece que medidas de cariz fiscal ou de financiamento à construção demoram tempo a produzir efeitos, pelo que as alterações à lei do arrendamento são vistas como uma solução para aumentar a oferta disponível no curto prazo. A lógica subjacente é que, ao reduzir os riscos e as limitações para os senhorios, mais imóveis serão colocados no mercado, o que poderá, a prazo, ajudar a moderar os preços.



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A explicação não está tanto nos preços, mas num fator estrutural: o baixo rendimento líquido por hora de trabalho, quando medido em paridade de poderes de compra. Este artigo resulta de uma parceria entre O MIRANTE e o Instituto + Liberdade.

Jorge Valadas, responsável pelo escritório da Egon Zenhder em Portugal, identificou três tendências que vão marcar o mundo do trabalho e da Gestão de Pessoas em 2026.

O apetite por certificados de aforro manteve-se robusto ao longo do ano, enquanto os depósitos descolaram (mas não muito) de recordes. Nos empréstimos, houve um dinamismo que não se via há mais de uma década, impulsionado pelas medidas direcionadas aos jovens.

Os setores da restauração e hotelaria assinaram a revisão dos contratos coletivos para 2026 com o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE), prevendo um aumento salarial médio de cerca de 5%. De acordo com o comunicado divulgado hoje pela AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, os novos contratos preveem, […] The post Restauração e hotelaria acordam aumentos salariais médios de 5% para 2026 first appeared on Notícias do Sorraia.






