Esta visão é partilhada por outras figuras, como a candidata da CDU na Ponta do Sol, Matilde Murzelo, que destacou a habitação como “a principal necessidade” do seu concelho. O próprio primeiro-ministro, Luís Montenegro, classificou a política de habitação como “central” para o seu Executivo. A crise é também reconhecida como um entrave à mobilidade laboral na União Europeia, conforme assinalado pelo Secretário de Estado do Trabalho, Adriano Moreira, que incluiu a habitação entre as questões a serem tidas em conta para garantir a livre circulação de trabalhadores.

Este consenso alargado sobre a urgência do tema demonstra a sua transversalidade e o seu impacto profundo na coesão social, na economia e na vida quotidiana dos cidadãos.