Entre as medidas propostas estão a possibilidade de os editores fixarem preços mínimos distintos para diferentes licitações e “mudanças significativas para abordar qualquer possível conflito de interesses”, como uma maior interoperabilidade das suas ferramentas publicitárias.

Apesar de apresentar este plano e afirmar que “continuará a cooperar” com Bruxelas, a gigante tecnológica insistiu que irá recorrer da multa, argumentando que a Comissão não teve em conta a realidade “altamente competitiva e em rápida evolução” do mercado publicitário. A empresa procura assim uma solução que equilibre as exigências regulatórias europeias com a integridade do seu modelo de negócio, num caso que também tem paralelismos com processos nos Estados Unidos, onde a justiça também determinou que a Google cometeu práticas monopolistas.