Embora sem nomear diretamente, as alegações foram universalmente associadas ao seu ex-marido, o jornalista Miguel Sousa Tavares, com quem esteve casada entre 2011 e 2017. A resposta de Miguel Sousa Tavares foi imediata e inequívoca.
Em declarações exclusivas, negou veementemente as acusações e anunciou a intenção de agir judicialmente para proteger não só a sua honra, mas também a memória da ex-mulher.
"Vou fazer o que tenho de fazer", afirmou, enquadrando a polémica como uma infâmia.
A sua defesa foi reforçada por figuras próximas, nomeadamente a sua anterior esposa, Laurinda Alves, que, após 18 anos de casamento, garantiu: "O Miguel não é um abusador, nem nunca teve gestos de violência doméstica". A família de Teresa Caeiro também emitiu um comunicado a repudiar os "rumores e falsidades" e a pedir "respeito, contenção e que a sua memória seja honrada".
A controvérsia atingiu o seu clímax quando a jornalista Sandra Felgueiras confrontou Sousa Tavares em direto, questionando-o: "Sentes-te de consciência tranquila?". O jornalista manteve a sua postura de negação.
A sua aparição no 'Jornal Nacional' com uma gravata preta, no dia do funeral, foi interpretada como um gesto simbólico de luto e respeito, contrastando com a tempestade mediática que o rodeava.