Esta acusação foi ecoada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que aprovou uma resolução com 91 votos a favor, exigindo que a Rússia "garanta o regresso imediato, seguro e incondicional das crianças que foram deportadas ou levadas à força" para território russo.

A prática, que segundo as acusações visa incutir uma identidade russa nas crianças, é vista como uma grave violação do direito internacional humanitário e um dos aspetos mais chocantes do conflito.

A comunidade internacional tem vindo a pressionar Moscovo para que cesse estas ações e permita o regresso seguro das crianças às suas famílias e ao seu país de origem. Estas denúncias reforçam os processos legais contra a Rússia e servem de base para futuras acusações de crimes de guerra em tribunais internacionais.