A transferência foi concretizada após o clube galês ter pago a cláusula de rescisão de um milhão de euros, um valor recorde para os madeirenses. A confirmação da saída foi feita pelo presidente do Marítimo, Carlos André Gomes, que revelou que o Swansea acionou a cláusula na noite de sexta-feira.

Vítor Matos, de 37 anos, assinou um contrato válido até 2028/29, regressando assim ao futebol britânico, onde já tinha trabalhado durante cinco anos como adjunto de Jürgen Klopp no Liverpool.

A sua partida ocorre num momento de sucesso para o Marítimo, que sob o seu comando somou cinco vitórias, dois empates e três derrotas na II Liga, ocupando o terceiro lugar, a apenas dois pontos da liderança. Na sua conferência de imprensa de despedida, Matos justificou a decisão com objetivos pessoais e familiares, afirmando: “Todos queremos o melhor para nós e para as nossas famílias.

São decisões que temos de tomar”.

A sua estreia no Swansea está prevista para o jogo contra o Derby County.

Para o Marítimo, esta saída representa um desafio inesperado, obrigando a direção a encontrar rapidamente um sucessor capaz de dar continuidade ao bom trabalho e manter a equipa na luta pela subida à I Liga. A transação financeira, no entanto, representa um encaixe significativo e invulgar para um clube da II Liga.