O plano detalha medidas para fortalecer a independência das agências anticorrupção ucranianas e consolidar as instituições democráticas, permitindo que o trabalho técnico avance mesmo sem o início formal das negociações de adesão, que requerem unanimidade.
A comissária europeia para o Alargamento, Marta Kos, descreveu a adesão da Ucrânia como "inevitável" e um pilar para a segurança do continente.
O processo ganhou ainda mais relevância com a inclusão de uma cláusula no plano de paz mediado pelos EUA que prevê a entrada da Ucrânia na UE até 2027. Ministros dos Assuntos Europeus de vários Estados-membros reuniram-se em Lviv para demonstrar um "apoio inequívoco" ao alargamento, procurando desbloquear os capítulos de negociação vetados por Budapeste, que alega preocupações com os direitos da minoria húngara na Ucrânia.












