Realizado em 2024 junto de mais de 11 mil alunos do ensino público com idades entre os 13 e os 18 anos, o estudo mostra que os jovens alentejanos estão entre os que mais consomem álcool, tabaco e cannabis, com o consumo de álcool a atingir o dobro da média de outras regiões. Esta realidade representa um desafio significativo para os professores e para o ambiente escolar, que têm de lidar com as consequências destes comportamentos, como a diminuição do rendimento académico, problemas de disciplina e o impacto na saúde mental dos alunos. O inquérito aponta também para uma nova ameaça: o crescimento do jogo a dinheiro, que triplicou entre os estudantes nos Açores.

Embora se registe uma queda global no consumo de substâncias tradicionais, o surgimento de novas dependências exige uma atualização das estratégias de prevenção e intervenção nas escolas.

Um dos artigos destaca a facilidade com que os menores conseguem adquirir tabaco e álcool, o que indica uma falha na fiscalização que agrava o problema e transfere uma maior responsabilidade para o sistema educativo na formação e sensibilização dos jovens.