Durante a cimeira, co-presidida por António Costa, na qualidade de Presidente do Conselho Europeu, e por João Lourenço, Presidente de Angola e da União Africana, a UE reafirmou o seu compromisso de investir 150 mil milhões de euros em África até 2027, através da sua estratégia Global Gateway.
Ursula von der Leyen destacou que 120 mil milhões já foram mobilizados para 138 projetos em setores como energia verde e transportes, como o Corredor do Lobito.
A abordagem europeia foi apresentada como uma parceria que cria valor local e não "novas dependências", em contraste com outros investidores.
Para além do investimento, a segurança foi um tema central.
António Costa afirmou que a UE é "o principal parceiro de segurança de África" e que os esforços conjuntos contra o terrorismo e a instabilidade são cruciais para ambos os continentes. Outro ponto de convergência foi a defesa do multilateralismo e a necessidade de reformar instituições internacionais, como o Conselho de Segurança da ONU e a OMC, para garantir uma representação mais forte de África. A questão da dívida africana foi identificada como um entrave ao desenvolvimento que precisa de ser tratado "seriamente".














