O ex-político, expulso do Congresso em 2023, admitiu ter enganado doadores e roubado identidades para financiar a sua campanha.
Na sua justificação, Trump escreveu que, embora Santos seja “de facto um ‘bandido’, há muitos bandidos no nosso país que não são obrigados a cumprir sete anos de prisão”. Acrescentou que Santos foi “tratado de forma terrível” na prisão. A decisão de Trump surge após um apelo direto do próprio Santos, que, num artigo publicado a partir da prisão, invocou a sua lealdade à agenda do Presidente e ao Partido Republicano. “Senhor, apelo ao seu sentido de justiça e humanidade --- as mesmas qualidades que inspiraram milhões de norte-americanos a acreditar em si”, escreveu Santos.
Este ato de clemência segue-se a outros perdões concedidos por Trump a figuras republicanas condenadas por crimes, como o ex-deputado Michael Grimm e o ex-governador John Rowland.
A libertação de Santos contrasta fortemente com a retórica de Trump, que tem exigido repetidamente a prisão de opositores, e com as recentes acusações judiciais contra críticos da sua administração, como John Bolton, James Comey e Letitia James.













