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Rússia intensifica ataques à Ucrânia com mísseis hipersónicos e atinge navios no mar Negro

A Rússia lançou uma série de ataques maciços contra cidades e infraestruturas ucranianas, utilizando armamento avançado como o míssil hipersónico Oreshnik, enquanto ataques a navios civis no mar Negro resultaram numa vítima mortal.
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A Rússia realizou uma ofensiva em larga escala contra a Ucrânia, visando cidades como Kyiv e Lviv com dezenas de drones e mísseis, incluindo o sistema hipersónico Oreshnik.

O ataque na capital ucraniana resultou em pelo menos quatro mortos e mais de 20 feridos, danificando edifícios residenciais e infraestruturas críticas.

O Ministério da Defesa russo justificou a operação como uma retaliação a um alegado ataque ucraniano contra a residência de Vladimir Putin, afirmando que os alvos eram fábricas de drones e infraestruturas energéticas. Este foi o segundo uso confirmado do míssil Oreshnik, uma arma balística de alcance intermédio capaz de atingir velocidades superiores a 12.000 km/h (Mach 10), tornando-a quase impossível de intercetar pelos sistemas de defesa atuais. O seu uso é visto como uma escalada tecnológica e uma demonstração de força por parte de Moscovo, aumentando as preocupações sobre um possível erro de cálculo que possa levar a uma escalada do conflito.

As consequências para a população civil foram severas.

Em Kyiv, os ataques deixaram cerca de metade dos edifícios residenciais, aproximadamente 6.000, sem aquecimento, numa altura em que as temperaturas atingiam os –8 °C.

O presidente da câmara, Vitaly Klitschko, apelou aos residentes para que abandonassem temporariamente a cidade.

A Ucrânia retaliou, deixando mais de 500 mil pessoas na região russa de Belgorod sem eletricidade, aquecimento e água.

Paralelamente, as autoridades ucranianas denunciaram ataques russos a dois navios cargueiros civis no mar Negro.

Uma embarcação com pavilhão das Ilhas Comores, que transportava soja, foi atingida perto do porto de Odessa, resultando na morte de um tripulante sírio. Um segundo navio, com pavilhão de São Cristóvão e Nevis, que se dirigia ao porto de Chornomorsk para carregar cereais, foi atingido por um drone.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu uma "resposta clara" da comunidade internacional a esta escalada.

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