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Comunidade Intermunicipal do Ave lidera execução de fundos europeus do programa Norte 2030

A Comunidade Intermunicipal do Ave destacou-se como a entidade com a maior taxa de execução de fundos do programa Norte 2030, um desempenho que contrasta com a média regional e que surge num momento em que o Governo anuncia um novo impulso para o Portugal 2030.
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A Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM do Ave) registou a mais elevada taxa de execução do programa Norte 2030, atingindo 16,02%, o que corresponde a 24 milhões de euros. De acordo com dados oficiais de dezembro de 2025, este valor coloca a CIM do Ave na liderança regional, significativamente acima da taxa média de execução das restantes comunidades, que se situa nos 9,0%. Para além da execução, a CIM do Ave apresenta também uma taxa de aprovação de candidaturas de 65,9%, igualmente superior à média da região.

Este desempenho é atribuído a uma gestão de proximidade com o território, à articulação com os municípios associados e à mobilização dos promotores locais.

O programa Norte 2030 destaca o papel das Comunidades Intermunicipais como organismos intermédios, responsáveis pela apreciação de candidaturas, monitorização e validação da despesa.

A CIM do Ave, criada em 2009, integra os municípios de Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. O sucesso da CIM do Ave insere-se no contexto mais vasto do Portugal 2030.

O Governo anunciou o lançamento de 171 concursos para este ano, com uma verba associada de 3,7 mil milhões de euros, abrangendo áreas como a descarbonização, inovação e digitalização.

Com este plano, no final do ano, estarão colocados a concurso 82% dos fundos do PT2030.

A medida visa também assegurar o cumprimento das metas definidas com Bruxelas e afastar o risco de perda de verbas devido à regra "N+3", que exige a execução dos fundos no prazo de três anos. Apesar de o anúncio ser considerado uma "boa notícia" por Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), este alerta para a necessidade de uma "visão estratégica" que garanta o retorno do investimento e o aumento da produtividade. Monteiro sublinha que, apesar da entrada de cerca de um milhão de trabalhadores estrangeiros, o PIB português quase não se alterou, indicando baixa produtividade. Defende, por isso, que os fundos europeus devem ser aproveitados para investimentos transformadores e que a sua aplicação seja avaliada por métricas de retorno.

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