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Cópia rara da primeira banda desenhada do Super-Homem que pertenceu a Nicolas Cage é vendida por 12,8 milhões de euros

Um exemplar raro da Action Comics n.º 1, que introduziu o Super-Homem ao mundo e que já pertenceu ao ator Nicolas Cage, foi vendido por um valor recorde, tornando-se na banda desenhada mais cara de sempre.
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Uma cópia rara da primeira edição da Action Comics, publicada em junho de 1938 e que marcou a primeira aparição do Super-Homem, foi vendida por um valor recorde de 15 milhões de dólares (cerca de 12,8 milhões de euros). A transação, mediada pela Metropolis Collectibles/Comic Connect, estabelece um novo máximo para uma banda desenhada, superando o recorde anterior de 9,12 milhões de dólares por uma cópia de “Superman Nº 1”.

Tanto o comprador como o vendedor optaram por permanecer anónimos.

Considerada o “Santo Graal” das bandas desenhadas, a Action Comics n.º 1 é um marco histórico que deu início ao género de super-heróis.

Originalmente vendida por 10 cêntimos, a revista contava a história da origem do Super-Homem, desde o seu planeta natal até à sua chegada à Terra.

Segundo especialistas, existem apenas cerca de 100 exemplares desta edição, o que a torna um dos itens mais cobiçados por colecionadores e investidores.

Este exemplar em particular tem uma história notável.

Pertenceu ao ator norte-americano Nicolas Cage, que o adquiriu em 1996 por 150 mil dólares.

Em 2000, a banda desenhada foi roubada da sua casa em Los Angeles e esteve desaparecida durante 11 anos. Foi recuperada em 2011, quando um homem a encontrou no conteúdo de um armazém que tinha adquirido no sul da Califórnia.

Após ser devolvida a Cage, o ator vendeu-a em leilão por 2,2 milhões de dólares.

Stephen Fishler, CEO da Metropolis Collectibles/Comic Connect, sugeriu que o roubo e a sua recuperação contribuíram significativamente para a valorização da revista. Comparou o incidente ao roubo da Mona Lisa do Louvre em 1911, argumentando que o desaparecimento e posterior reaparecimento transformaram a banda desenhada num “ícone da cultura pop americana”, elevando o seu valor muito para além do material.

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