
Bolsa de Lisboa fecha no ‘vermelho’ com Mota-Engil a perder 1,73% após resultados



O grupo Mota-Engil anunciou os resultados do primeiro semestre de 2025, registando um lucro líquido de 59 milhões de euros, o que representa um crescimento de 20% face aos 49 milhões do período homólogo de 2024. A empresa classificou este como o “melhor resultado de sempre” para um primeiro semestre, reportando ainda um volume de negócios de 2.745 milhões de euros (+0,5%) e um EBITDA de 448 milhões de euros, um aumento de 13%. A carteira de encomendas atingiu os 14,7 mil milhões de euros e a dívida líquida foi reduzida em 64 milhões.
O desempenho foi impulsionado pelo crescimento em África (+59%) e na área do Ambiente (+15%).
Apesar dos resultados positivos, a reação do mercado no dia 27 de agosto foi negativa.
As ações da Mota-Engil lideraram as perdas entre os ‘pesos pesados’, caindo 1,73% para 4,76 euros e arrastando o índice PSI para um fecho no ‘vermelho’, com uma desvalorização de 0,36% para 7.816,16 pontos.
Nesse dia, 12 das 15 cotadas do índice principal fecharam com perdas, incluindo a Altri (-1,95%), a Nos (-0,89%) e o BCP (-0,83%).
Em contraciclo, as cotadas da família EDP e a REN registaram ganhos, evitando uma queda mais acentuada do índice.
A tendência foi igualmente negativa na maioria das principais praças europeias, como Madrid, Frankfurt e Londres.
No entanto, a tendência inverteu-se na abertura da sessão do dia seguinte, 28 de agosto.
A bolsa de Lisboa abriu com uma valorização de 0,16%, para 7.828,83 pontos, em linha com os ganhos registados nas principais bolsas europeias.
A Mota-Engil destacou-se entre as maiores subidas, ao valorizar 1,30% para 4,82 euros, recuperando da queda da véspera.
Na mesma manhã, o petróleo negociava em baixa, com o Brent a cair 0,43%, enquanto o euro valorizava ligeiramente face ao dólar (+0,04%) e à libra (+0,03%).
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