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António José Seguro apela ao voto útil e Catarina Martins defende o voto por convicção

A campanha para as eleições presidenciais aquece com o debate sobre o 'voto útil', com o candidato socialista a alertar para o risco de dividir a esquerda e a candidata do Bloco de Esquerda a apelar à expressão de convicções.
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O candidato presidencial apoiado pelo PS, António José Seguro, apelou ao 'voto útil' na sua candidatura, argumentando ser o único capaz de derrotar André Ventura e passar à segunda volta das eleições.

Num comício em Portimão, Seguro afirmou que, segundo as sondagens, um voto nos candidatos apoiados pelo Livre, PCP e BE, como Catarina Martins, Jorge Pinto ou António Filipe, 'não conta', considerando-o 'meio voto' que, na prática, 'ajuda a direita'. O candidato socialista sublinhou o contexto de 'grande fragmentação e polarização' e pediu aos eleitores que pensem na consequência do seu voto no dia 18 de janeiro, posicionando-se como a única alternativa viável no campo da esquerda para impedir que um candidato, numa referência implícita a André Ventura, passe à segunda volta. Em resposta, a candidata presidencial apoiada pelo Bloco de Esquerda, Catarina Martins, defendeu que 'o voto por convicção é aquele que pode mudar o país'. Durante uma visita ao Mercado de Torres Novas, Martins sublinhou que 'as sondagens não são a primeira volta' e que, a 12 dias do ato eleitoral, 'está tudo por decidir'. A candidata criticou a lógica do voto útil, afirmando que a primeira volta serve para os eleitores darem força ao projeto em que acreditam para o país.

Catarina Martins aproveitou também para criticar o passado de António José Seguro, nomeadamente o seu papel durante o período da 'troika', quando, enquanto secretário-geral do PS, cooperou com o governo de Pedro Passos Coelho.

Recordou que, na altura, ela própria se opôs aos cortes e lutou no Tribunal Constitucional pela reposição dos subsídios.

Durante a sua ação de campanha, Martins ouviu as preocupações dos cidadãos, com destaque para a saúde, criticando a gestão governamental da campanha de vacinação contra a gripe.

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