Decathlon Portugal aumenta salário mínimo para 1.000 euros brutos mensais



A Decathlon Portugal estabeleceu, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2026, um novo salário base mínimo de 1.000 euros brutos mensais para todos os colaboradores com contrato sem termo, a tempo inteiro (40 horas) e com período experimental validado.
Este valor supera o salário mínimo nacional, que se encontra fixado em 920 euros.
Com a inclusão do subsídio de refeição, o rendimento bruto mensal garantido para estes trabalhadores ascende a 1.165 euros.
Adicionalmente, os colaboradores poderão receber prémios mensais de performance, que refletem o seu contributo para os objetivos da empresa. A política de valorização salarial estende-se também às funções de liderança intermédia, como os responsáveis de desporto, cujo salário de entrada foi revisto para 1.350 euros brutos mensais. Para estes cargos, considerando o subsídio de refeição e a isenção de horário, o valor bruto mensal garantido atinge os 1.853 euros, aos quais também se podem somar prémios de desempenho.
Segundo José Fonseca, diretor-geral da Decathlon Portugal, estas decisões refletem a convicção da empresa de que "as pessoas estão no centro do nosso projeto", sendo responsabilidade da empresa "garantir condições justas, sustentáveis e alinhadas com os nossos valores".
Sérgio Tavares, diretor de Recursos Humanos, acrescenta que o objetivo é construir um projeto onde cada colaborador se sinta "valorizado, reconhecido e com verdadeiras oportunidades de evolução". A empresa sublinha que a sua política de valorização vai além do salário, oferecendo um conjunto de benefícios extrassalariais. Entre estes, destacam-se a oportunidade de os colaboradores se tornarem acionistas, a partilha anual de resultados, seguro de saúde e de vida, um programa de bem-estar, incentivos à prática desportiva, modelo de trabalho híbrido, majoração de férias e um dia de folga no aniversário. A Decathlon é um grupo global com mais de 101.000 colaboradores e 1.750 lojas em todo o mundo.















